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Energia Solar é tema na Comissão Senado do Futuro. O Brasil tem grande potencial para produção de energia solar, segundo os pesquisadores do (Inpe)
 

A energia solar como vetor de desenvolvimento social será tema de audiência pública interativa na Comissão Senado do Futuro (CSF) na quinta-feira (14), às 9h. A iniciativa é do presidente da comissão, senador Hélio José (PMDB-DF).

O Brasil tem grande potencial para produção de energia solar, segundo os pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que lançaram em junho a segunda edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar.

O levantamento mostrou que do Nordeste ao Pantanal há condições de ampliar a capacidade produtiva desse tipo de energia limpa.

Para tratar do tema, foram convidados o presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar, Rodrigo Sauaia; o secretário de Mudança do Clima e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Everton Flask Lucero; o presidente do FNDE/MEC, Silvio de Sousa Pinheiro.

Também participará da audiência pública o deputado estadual de Tocantins, Alan Barbiero, um dos idealizadores do Programa Palmas Solar, no qual a prefeitura de Palmas concede descontos no IPTU para quem aderir ao sistema de energia solar fotovoltaica, que converte os raios do sol em energia elétrica limpa.

A audiência pública ocorrerá no Auditório Senador Antonio Carlos Magalhães, no prédio do Interlegis.

 

Fonte: Senado Notícias

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É seguro investir em Energia Solar?

 

Sim! A energia solar fotovoltaica é viável financeiramente!

A principal dúvida de um cliente investir é o tempo de Retorno do Investimento em Energia Solar.

Quanto maior o valor da sua conta, mais interessante se torna o investimento em um sistema fotovoltaico.

Se você é um cliente do grupo B (residências e pequenos comércios) possui maior viabilidade financeira para a instalação de um sistema solar.

Um sistema solar fotovoltaico instalado em sua residência é um seguro contra os aumentos, na sua conta de energia elétrica, (INFLAÇÃO ENERGÉTICA) porque você vai gerar a sua própria energia.

Segundo reportagem, "Contas de luz devem subir em média 7% este ano" por determinação da ANEEL, a conta devida pelo governo será paga pelos consumidores, através de aumentos das tarifas de energia, até o ano de 2024.

Agora vamos fazer um comparativo entre você Investir num Sistema Solar Fotovoltaico, e Investir em Tesouro Direto 2020, (Tesouro Nacional).

O Tesouro Direto é uma iniciativa do Tesouro Nacional, em conjunto com a BM&F Bovespa, para comercializar os títulos públicos federais para pessoas físicas.

TESOURO PREFIXADO LTN 2020 – VALOR INVESTIDO 40.000,00
•    Tesouro Direto Prefixado 2020 LTN (Letra do Tesouro Nacional) = Taxa 9,62% ao ano
•    Sistema Solar FV – Tarifa de R$ 0,80 em região com 1.600 kWh/kWp de geração, já descontadas as perdas com Inflação Energética de 8% ao ano nos primeiros 4 anos e 4% ao ano nos outros 21 anos


* Utilizamos a tabela do Imposto Regressiva para a LTN (22,5% do rendimento no primeiro ano, 17,5% no segundo e 15% após o 3º ano).

Note que o retorno da LTN em nenhum ano é maior que o retorno do investimento em energia solar. Além disso, o retorno acumulado ao longo dos 25 anos é muito maior (R$ 458 mil para a solar, Versus R$ 336 mil para LTN).

É importante também notar que há uma clara tendência na queda dos juros com a baixa da taxa SELIC pelo Banco Central. Note a curva do CDI futuro divulgado dia 20/03/2017 pelo BTG Pactual:

 


          

GANHO PATRIMONIAL
 
                                         

É impossível falar sobre retorno do investimento em energia solar e não se falar no ganho patrimonial  gerado pelo mesmo.

Uma pesquisa criada pelo Lawrence Berkeley Lab, divulgada no jornal New York Times, pesquisou 23 mil imóveis em 8 estados americanos, e demonstrou que todos os clientes que adquiriram um sistema solar fotovoltaico de 3,6 kWp, viram seus imóveis sofrerem uma valorização de pelo menos US$ 15 mil em seu valor de mercado, perante imóveis similares que não possuíam energia solar.

Ou seja, além de todo retorno financeiro gerado com a economia de energia, há ainda um ganho patrimonial significativo no valor do imóvel, que paga com folga o custo do sistema fotovoltaico.

É muito fácil perceber o quanto isso é forte; imagine se você fosse buscar um novo imóvel o houvesse dois iguais, um com energia solar e outro sem, qual você escolheria?

Acesse a reportagem, em Ingles, Do New York Times – 
Appraising Solar Energy’s Value (Avaliando o Valor da Energia Solar)


Com informações da Blue Sol

 

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As soluções da APsystems combinam inversão de energia altamente eficiente com interface de monitoramento totalmente amigável, confiável e inteligente com o aplicativo monitora a geração de energia em tempo real.

Com esse sistema, traz mais precisão na colheita solar com garantia de potência máxima nas placas solares e possui dados de geração de energia para cada painel fotovoltaico.

O aplicativo monitora a geração de energia em tempo real. Mostraremos em desenhos ilustrativos e gráficos os horários de pico e o quanto foi gerado. 

Esse projeto instalado em nosso cliente, mesmo em dias nublados, gera energia solar como pode ser apresentado nesse vídeo. Assita!

Fale conosco sobre como economizar na sua conta de luz.

 

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Crescimento do consumo ocorre apesar do setor de termogeração não ter operado no mês de abril

 

A Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo monitora, mensalmente, a produção e consumo de gás natural no Estado e divulgou nesta segunda-feira, 12 de junho, o balanço do mês de abril, que apresenta aumento de 4%, atingindo 405 milhões de metros cúbicos (m³), contra 389 milhões de m³ no mesmo período do ano anterior.

“Com a volta do período chuvoso e os reservatórios cheios novamente, as hidrelétricas passaram a funcionar normalmente fazendo com que as termoelétricas fossem desligadas.

Além disso, a ampliação das redes de distribuição de gás natural acrescentaram mais consumidores residenciais ao sistema, o que fez o consumo nessa classe aumentar”, explica o secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles.

O maior aumento de consumo de gás natural verificado no período no Estado foi no setor residencial, correspondente a um acréscimo de 14,0% sobre o mesmo período de 2016. Responsável por 4,9% do total utilizado, registrou um consumo de 20 milhões de m³.

O setor de cogeração, responsável por uma participação de 5,6% do total, apresentou um consumo de 22,6 milhões de m³ indicando um acréscimo de 6,4% sobre o mesmo período do ano anterior.

O setor comercial registrou o terceiro maior aumento de consumo, indicando um acréscimo de 6,1 % em relação a abril de 2016. Apresentou um consumo de 12,2 milhões de m³, sendo responsável por 3% do mercado total de gás paulista.

Já o setor o setor industrial, responsável por 81,7% do consumo total de gás canalizado no Estado, consumiu em abril 331 milhões de m³, indicando um acréscimo de 4,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

E o setor automotivo, responsável por aproximadamente 4,7% do total, consumiu 19 milhões de m³ em abril, correspondente a um acréscimo de 3,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Em abril de 2016 o setor de termogeração consumiu 4,6 milhões de m³ e neste mês de abril não houve geração termoelétrica.

Fonte: Secretaria de Energia e Mineração

 

 

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Como funciona um Micro Inversor Solar

 

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CONHEÇA AS 7 VANTAGENS DO MICRO INVERSOR SOLAR PARA SUA RESIDÊNCIA E EMPRESA



Com a demanda crescente do consumo de energia, nós da MULTITECH ECOSYSTEMS queremos levar nossos projetos e instalações a todas as residências, arquitetos, construtoras, pousadas, hotéis, escolas, comércios e indústrias soluções para que cada um tenha o conhecimento e a capacidade de poder gerar a sua própria energia elétrica através do sistema solar fotovoltaico.

Esse mercado está em fase embrionário e tem a possibilidade de se tornar gigante gerando empregos diretos e indiretos.

Desde a Resolução 482/12 (ANEEL), já foram instalados cerca de 10.000 sistemas fotovoltaicos, sendo na sua maioria, cerca de 97% através de inversor central.

O diferencial da MULTITECH ECOSYSTEMS, além do atendimento dedicado, adotamos também, a tecnologia para geração de energia elétrica, através de sistemas com MICRO INVERSORES, que oferecem maior confiabilidade, eficiência e economia.

Trata-se de KIT’S modulares (1 microinversor + 2 painéis + estruturas) que possibilitam o aumento da geração de energia, de acordo com a disponibilidade e aumento de consumo por parte dos clientes.
 


1 – Esse sistema (KIT’S) pode funcionar como um projeto PILOTO assegurando, desse modo, a sua ALTA eficiência chegando a INSTALAÇÕES de altas potências.

2 – As facilidades de instalação e personalização oferecidas pelos microinversores solares levarão a sua adoção em larga escala.

3 – Os microinversores solares são fáceis de instalar e têm operações mais simples quando comparados a inversores de cordas e inversores centrais.

4 – Uma análise de mercado detalhada realizada por analistas, especializados, mostrou que o mercado global de microinversores solares crescerá a um patamar impressionante até 2020.

5 – Segmentação por aplicação e análise do mercado de microinversores solares: residencial e comercial.

6 – Os microinversores solares serão amplamente utilizados em todo o setor residencial, pois podem ser montados em telhados e eliminar a necessidade de alta voltagem.

7 – A capacidade desses inversores, para melhorar o desempenho do painel resultará em sua adoção aumentada em todo o setor residencial.

 

 



O analista de pesquisa de mercado estimou que o segmento de aplicativos residenciais representaria mais de 73% da participação total de mercado até 2020.

Além disso, a queda rápida dos preços dos microinversores também está ajudando o produto a obter uma penetração significativa no mercado.

Como a MULTITECH ECOSYSTEMS quer atingir todos os níveis da sociedade, levando além de tudo economia e sustentabilidade, optamos para os microinversores como uma solução de independência da geração de energia elétrica. A “natureza” agradece!

 

 

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A energia solar de geração fotovoltaica é a menos consumida entre as formas renováveis que compõem a matriz elétrica do Brasil. Apenas 0,01% do que foi gerado no país em 2015 resultou dessa tecnologia, que usa painéis de silício para coletar raios de luz solar. Essa modalidade é, no entanto, a fonte preferida de quem escolhe gerar eletricidade para consumo próprio.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), das mais de 10 mil unidades de geração distribuída – modalidade na qual o próprio consumidor gera e injeta eletricidade na rede da cidade – 9,9 mil são usinas fotovoltaicas.


Como funciona


A energia solar é gerada pela luz do sol, que incide diretamente ou por meio de reflexo em painéis de materiais semicondutores (silício). Esses últimos contêm células menores, que ficam dispostas em duas camadas, uma positiva e outra negativa.

Quando a energia do sol chega, o material semicondutor faz com que os elétrons se movimentem entre as duas camadas e gerem uma corrente elétrica contínua.

Como as pessoas consomem eletricidade por meio de uma corrente alternada, é necessário o uso de um inversor para transformar a corrente contínua.

 


Distribuição

O diretor da Aneel, André Pepitone, afirma que a Agência atua em duas vertentes para difundir a energia solar no Brasil. Uma é a geração distribuída, que vem crescendo conforme diminui o prazo para recuperar o investimento. Outra são os leilões para comprar energia solar de forma centralizada.

Pepitone explica que o Brasil tem um grande potencial para a geração de energia solar, superior até ao de outros países onde esse tipo de fonte é bastante usado para gerar energia elétrica. Segundo ele, a Alemanha, por exemplo, tem índice de irradiação que resulta em 900 e 1.250 quilowatts-hora (kWh) por metro quadrado (m2) por ano divididos em seu território e, na Espanha, o número varia de 1.200 a 1.850 KWh m2/ano. Enquanto isso, o Brasil produz entre 1.500 e 2.400 KWh m2/ano. “Observe que o pior sol do Brasil, que está lá no Paraná e tem uma irradiação de 1500KWh m2/ano, é superior ao melhor sol da Alemanha”, compara.

Com o cenário promissor no mercado, em 2009, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Taguatinga, cidade do Distrito Federal, passou a pensar na formação profissional de mão de obra para atender à demanda e construiu um Centro de Demonstração de Energias Renováveis, a Casa Solar. A diretora do Senai Taguatinga, Janaína Braga D'Almeida, conta que inicialmente o local funcionava apenas como um centro de demonstração, uma espécie de vitrine das novas tecnologias. Em 2016, um projeto de cooperação técnica com a Agência Alemã de Cooperação Internacional GIZ o transformou um centro de treinamento de energias renováveis.

Com 4,5 KW de potência instalada, a casa é estruturada de forma que possibilite condições reais para todo o processo de montagem, instalação e manutenção do sistema. São três telhados de materiais diferentes – metal, cimento e cerâmica –, montados ao lado da casa com seis placas cada um. Justas elas geram ao mês 250 Kwh, que estão ligados à rede de distribuição da cidade e quando não consumidos pelo próprio Senai voltam em forma de crédito para consumo futuro.

Além dos telhados, os aprendizes têm acesso ao sistema de inversores que transformam a corrente contínua em alternada e aprendem a fazer a instalação para funcionamento em baterias ou ligado ao sistema de distribuição da cidade. Segundo Janaína, entre julho de 2016 a abril de 2017, 400 alunos participaram de três cursos voltados à energia fotovoltaica e de outros dois cursos de energia solar térmica.

No campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a geração de energia fotovoltaica também é uma realidade. No estacionamento anexo ao Centro de Tecnologia, foi criada uma cobertura para 51 carros que funciona como miniusina. Com 414 painéis de energia solar, a estrutura tem capacidade instalada de 99 quilowatts-pico (Kwp) e chega a gerar 140 mil Kwh por ano – eletricidade suficiente para abastecer até 70 casas.

O estacionamento solar é um dos projetos desenvolvidos pelo Fundo Verde de Desenvolvimento e Energia para a Cidade Universitária da UFRJ – que é financiado com recursos da isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na conta da própria instituição – e foi criado com o objetivo de aumentar a eficiência energética, melhorar a mobilidade e promover o uso consciente dos recursos hídricos no campus. “Pensamos no benefício de gerar uma energia renovável, alimentar a rede de energia e também promover a sombra para os carros”, explica a gerente do escritório de projetos do Fundo Verde, Andrea Santos.

Além do estacionamento solar, o Fundo Verde pretende implantar mais dois projetos de geração de energia fotovoltaica na Ilha do Fundão: um prédio com placas solares fotovoltaicas e uma usina solar.


Fonte: Fabíola Sinimbu* – Repórter da Agência Brasil
* A repórter viajou a convite da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ)
Edição: Talita Cavalcante

 

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Por que o dia 05 de junho?

Em 1972, em Estocolmo, durante a Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente e Humano ficou instituído o dia 5 de junho para ser comemorado o dia Mundial do Meio ambiente e como objetivo a conscientização de todas as esferas da população para os problemas ambientais e a importância dos recursos naturais.

Com o crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos estão sendo revistos pelos governantes e pela população para que os impactos sejam diminuídos. É uma grande preocupação e, se nada for feito, com o consumo exagerado dos recursos e perda constante da biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo de sobrevivência no nosso planeta.

Não é só a separação do lixo e plantar uma árvore. É preciso toda uma conscientização no modo de pensar e agir com grandes campanhas que mostrem uma necessidade imediata de mudança de hábitos.
 



MULTITECH ECO RENOVÁVEL

 

Nós da MULTITECH ECOSYSTEMS contribuímos com o planeta por meio do nosso trabalho que é a propagação da geração energia com sistemas renováveis utilizando a nossa maior fonte inesgotável: o SOL.

Venha fazer parte da Revolução Solar! Faça parte da Multitech Ecosystems.

O Nosso planeta agradece!
 


 

CURIOSIDADES

  • A luz do Sol leva oito minutos para chegar à Terra. Com uma distância média de 150 milhões de quilômetros e com a velocidade da luz em 300 mil quilômetros por segundo, dividindo um pelo outro nos dá um tempo aproximado de 500 segundos ou oito minutos e 20 segundos.
     
  • Cerca de 30% da radiação que recebemos do sol na atmosfera superior é refletida de volta para o espaço. O restante é absorvido pelas nuvens, oceanos e as massas de terra. No entanto, mesmo nestas condições, a energia que nosso planeta recebe a partir de uma só hora de exposição ao sol é igual à quantidade de energia que os seres humanos usam em um ano inteiro.
     
  • Você sabia que é possível aumentar a geração de energia elétrica de painéis fotovoltaicos simplesmente colocando um espelho grande refletindo mais luz no painel solar? 
     
  • Células fotovoltaicas não precisam de luz solar direta para produzir energia elétrica – você ainda pode gerar um pouco de eletricidade em um dia nublado ou chuvoso. 
     
  • Eletricidade solar é uma energia renovável e não libera qualquer dióxido de carbono nocivo ou outros poluentes. Um sistema fotovoltaico típico de uma casa pode salvar cerca de 1200 kg de CO2 por ano, o que representa cerca de 30 toneladas ao longo da vida.
     
  • Sabia que uma tonelada de papel reciclado poupa cerca de 22 árvores, economiza 71% de energia elétrica e polui o ar 74% menos do que se fosse produzido de novo?
     
  • Sabia que para fabricar 1 tonelada de papel novo é preciso 10 a 20 árvores, 10 000 litros de água e 5 Mw/hora de energia, enquanto para 1 tonelada de papel reciclado apenas é preciso 1,2 toneladas de papel velho, 2000 litros de água e 2,5 Mw/hora de energia?
     
  • Sabia que, para se decompor na natureza, o vidro leva milhares de anos? Sendo 100% reaproveitado, e parte pode ser reciclável, o vidro não produz resíduos na hora da reciclagem e economiza 30% de energia elétrica. O vidro nunca acaba, pode ser reciclado indefinidamente.
     
  • Sabia que a natureza leva 2 a 6 semanas a decompor um jornal, 1 a 4 semanas as embalagens de papel, 3 meses as cascas de frutas, 3 meses os guardanapos de papel, 2 anos as bitucas de cigarros, 2 anos os fósforos, 5 anos as pastilhas elásticas, 30 a 40 anos o nylon, 200 a 450 anos os sacos e copos de plástico, 100 a 500 anos as pilhas, 100 a 500 anos as latas de alumínio e um milhão de anos o vidro?
     
  •  Sabia que, em cada ano, um automóvel produz, em média, quase quatro vezes o seu peso em dióxido de carbono?

 

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A Multitech Ecosystems possui parcerias com instituições financeiras para disponibilizar financiamentos em projetos de geração de energia solar renovável para microgeradores e minigeradores fotovoltaicos. Esses equipamentos são instalados para gerar energia suficiente em residências, edifícios e até em galpão industrial.

Financiamento
 

Algumas instituições financeiras oferecem facilidades para aquisição de sistemas de microgeradores solares fotovoltaicos tanto para pessoa física como para pessoa jurídica.

Bancos como a Caixa Econômica Federal oferece o Construcard para aquisição do sistema com o cartão magnético para utilização de compras em lojas de construção.

Já o Banco do Brasil, com a linha de financiamento BB Proger, para pessoa Jurídica, que queira iniciar a sua própria geração de energia.

O Banco Santander possui linhas de crédito para pessoas física e jurídica com parcelamentos de bens e serviços relacionados a soluções sustentáveis. O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) também possui linhas de crédito para projetos de energia solar. 

Novidade do BNDES
 

Em abril de 2017, o BNDES fechou um contrato de mais de US$ 300 milhões com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) para financiar energia renovável alternativa que viabilizará um aumento de 600 MW à capacidade de geração de energia no Brasil.

O NBD tem como um dos seus principais objetivos promover uma cooperação financeira em países em desenvolvimento em infraestrutura e desenvolvimento sustentável.

No site do BNDES saiu uma parceria que terá mais incentivo para o Brasil:

BNDES fecha contrato de US$ 300 milhões com o Novo Banco de Desenvolvimento
 

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Entre em contato e saiba como financiar o seu projeto de energia solar.

A Multitech possui equipe de profissionais qualificados para assessorar em orçamentos e projetos sustentáveis.

 

 


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Para incentivar os cidadãos a contribuírem para preservação de suas cidades, prefeituras implantaram o IPTU Verde que beneficia com descontos no imposto Predial e Territorial Urbano.

A redução da alíquota é concedida conforme os critérios estabelecidos por lei. É oferecida uma contrapartida aos contribuintes que investem na sustentabilidade do seu imóvel.

Algumas cidades do Estado de São Paulo, como por exemplo, Campinas, Guarulhos, São Carlos e Araraquara já recebem o benefício do IPTU Verde e prevê faixas de descontos que variam de 4% a 12%. No Município de Salvador (BA), o projeto já está instituído estabelecendo incentivos fiscais aos participantes do programa.

Em Minas Gerais está em tramitação a PL do IPTU Verde para Belo Horizonte e a ABGD (Associação Brasileira de Energia Distribuída) esteve presente nas contribuições para formatação do texto:

Art. 2º – A certificação IPTU VERDE será obtida pelo empreendimento que adotar ações e práticas de sustentabilidade, relacionadas no ANEXO I, correspondendo cada ação à pontuação ali estabelecida, da seguinte forma:
I – o empreendimento que atingir, no mínimo, 50 (cinquenta) pontos será classificado como Nível de Sustentabilidade 1;
II – o empreendimento que atingir, no mínimo, 70 (setenta) pontos será classificado como Nível de Sustentabilidade 2;
III – o empreendimento que atingir, no mínimo, 100 (cem) pontos será classificado como Nível de Sustentabilidade 3.
 Art. 10 – Será concedido desconto na cobrança do IPTU para todas as unidades imobiliárias autônomas que compõem a edificação, da seguinte forma:
 I – desconto de 5% (cinco por cento), quando houver a certificação Nível de Sustentabilidade 1;
II – desconto de 7% (sete por cento), quando houver a certificação Nível de Sustentabilidade 2;
III – desconto de 10% (dez por cento), quando houver a certificação Nível de Sustentabilidade 3.
Pontuação: 10 pts

Anexo I

Fontes alternativas de energia: uso de painéis solares fotovoltaicos , que atendam a no mínimo 10% da Iluminação das áreas comuns, exceto áreas externas e estacionamentos. No caso de edificações constituídas de uma única unidade imobiliária, a economia deve ser de no mínimo 10% do consumo anual total.

Em observação,  a pontuação atual para fotovoltaico está muito baixa e será apresentado um substitutivo em breve que contemplará uma pontuação de 30 pontos para o uso de painéis que atendam a no mínimo 40% do consumo anual total de energia elétrica.

Portanto os “prosumidores” de BH terão um incentivo significativo para instalar o sistema e economizar no mínimo 5% do IPTU.

Haverá um outro PL para tratar somente de incentivos à energia solar fotovoltaica.

Deverá contemplar os seguintes como sugestão inicial:

•    Coordenar esforços com associações do setor, secretarias do município, ONGs e a sociedade civil para incentivar os municípios a estabelecer o Programa BH 2000 Telhados Solares.  Contempla uma série de ações para tornar o município pioneiro no uso de energia solar fotovoltaica começando pelo governo municipal. Estabelecer mecanismos financeiros para que a população adote a microgeração distribuída; 

•    Concedido desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) correspondente a 10% (dez por cento) do valor total do sistema solar fotovoltaico  instalado no imóvel pelo prazo de 04 (quatro exercícios fiscais);

•    Concedido o desconto de até 80% (oitenta por cento) do Imposto de Transferência de Bens Imóveis (ITBI) pelo prazo de 04 (quatro exercícios fiscais);

•    Para fins de cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o somatório das áreas de projeção de coberturas constituídas de sistema solar fotovoltaico não será computado para efeito de apuração da área construída ou de área total edificável;

•    Realizar campanhas de conscientização e educação para mostrar à sociedade brasileira os benefícios que a geração distribuída e a energia solar fotovoltaica podem trazer ao país, em especial nas esferas econômica, social, ambiental e de planejamento energético.

Com informações da ABGD

 

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Em maio deste ano, o número de conexões de micro e minigeração de energia superou 10 mil instalações no Brasil. O número atual, dados registrados até 11/5, apresenta 10.385 micro e mini usinas que possuem potência instalada de 113.195,48 quilowatts (kW).

A fonte mais utilizada pelos consumidores-geradores é a solar com 10.280 adesões, seguida da eólica com 50 instalações. Confira tabela com o total por fonte.  O estado com o maior número de micro e minigeradores é Minas Gerais (2.225 conexões), seguido de São Paulo (2.094) e Rio Grande do Sul (1.096). Veja aqui.

A geração de energia pelos próprios consumidores tornou-se possível a partir da Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012. A norma estabelece as condições gerais para o acesso de micro e minigeração aos sistemas de distribuição de energia elétrica e cria o sistema de compensação de energia elétrica, que permite ao consumidor instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora e trocar energia com a distribuidora local. A resolução 482 foi revista em novembro de 2015 e, na época, estimou-se que no ano de 2024 mais de 1,2 milhão de consumidores passem a produzir sua própria energia, o equivalente a 4,5 gigawatts (GW) de potência instalada.

De acordo com o diretor-geral da ANEEL, Romeu Rufino, “além das vantagens para o consumidor, também são relevantes os benefícios que a geração distribuída traz ao sistema elétrico: redução de perdas e o custo evitado de ampliação do sistema, pois você gera junto à unidade de consumo; o aumento na segurança do abastecimento; e o ganho sob o aspecto ambiental, pois são projetos totalmente sustentáveis”, afirmou.

Como funciona?

A resolução autoriza o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada de até 75 quilowatts (kW) e minigeração distribuída – aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas à rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. O prazo de validade dos créditos é de 60 meses e eles podem ser usados também para abater o consumo de unidades consumidoras do mesmo titular situadas em outro local, desde que na área de atendimento de uma mesma distribuidora. Esse tipo de utilização dos créditos é chamado de “autoconsumo remoto”.

No caso de condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras), a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores. Existe ainda a figura da “geração compartilhada”, que possibilita diversos interessados se unirem em um consórcio ou em uma cooperativa, instalarem uma micro ou minigeração distribuída e utilizarem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor.  O prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW é de 34 dias. Desde janeiro de 2017, os consumidores podem fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.

Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA ANEEL

 

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